Eddie Silva News Talk Show #43 - Live

April 27th, 2009

Rafael PortilloNo episódio de hoje foi um bate papo sem roteiro ou script com o Rafael Portillo do site TeiaCast numa gravação Live e com a participação dos ouvintes via chat.

Vale a pena assisitr ou ouvir.

Acesse também o Canal de Videos   para assistir outros episódios

Links relacionados:

www.teiacast.com.br   -  Blog sobre Podcasts   
www.raopo.com.br - Blog Pessoal
www.limiar.raopo.com.br - Blog Sobre Mensagens Subliminares
www.lutadores.raopo.com.br - Blog Sobre Enredos de Games

Se gostou do episódio por favor deixe o seu comentário e diga também do que está achando do novo canal no Mogulus sobre a qualidade de audio e video.  O que poderia ser feito o que poderia ser melhorado. E antes que me esqueça, obrigado pelo seu apoio.  VQV my babie!

Eddie Silva News Talk Show #42

April 20th, 2009

 

Francisco Sampa

No episódio de hoje foi um bate papo sem roteiro ou script que tive com um amigo meu ao visitar New Jersey na semana passada. É o Francisco Sampa, produtor de eventos, jornalista, apresentador dentre outras habilidades.  Ele conta um pouco da sua historia nos EUA, da viajem que fez de carro de New Jersey até o Brasil e da atual crise Americana.

Vale a pena assisitr ou ouvir.

Acesse o Eddie Silva TV para assistir

Links relacionados: Canal Brasil News Network

Se gostou do episódio por favor deixe o seu comentário e diga também do que está achando do canal Alguém Precisa Falar no Ustream. O que poderia ser feito o que poderia ser melhorado. E antes que me esqueça, obrigado pelo seu apoio.  VQV my babie!

Alguém Precisa Falar #41

April 13th, 2009

Gustavo VanassiNesta semana eu bato um papo com o Gustavo Vanassi direetooo de Caxias do Sul (RG) e do podcast Depois das 11.
Você tem a opção de assistir, ouvir podcast em qualidade normal ou em qualidade (conexão discada). Visite o site só de videos do Seu Silva.

Gustavo Vanassi - Podcast  Depoisdas11.com

Twitter: @vanassi

RSS do Podcast

 Outros Formatos: FLV  MP4

Se 10 mil pessoas te seguem no Twitter, você está sendo enganado por 10 mil pessoas

March 31st, 2009

Este foi o título que me veio a cabeça logo em seguida após ler o texto do @crisdias com o título original “Se você segue 10 mil pessoas no Twitter você está enganando 10 mil pessoas”   Foi interessante de ver o ponto de vista dele assim como o da maioria dos que comentaram. No curto e grosso se você segue mais de 1.000 pessoas no twitter, você talvez não seja relevante, ou como o proprio titulo diz, você está enganando eles.
Eu sinceramente penso de uma forma diferente e já te antemão, não quero forçar a minha opinião ou querer mostrar o certo e o errado. (Leia o Disclaimer deste blog). 
Primeiramente eu não vejo e não uso o twitter como uma rede social. Acredito que o ser humano precisa interagir pessoalmente com as pessoas, conhecendo elas como se diz no “cara a cara” e não se refugiar numa sala, quarto escuro e criar uma rede de amigos de um dia para o outro e ficar dependente desta rede, sem nunca ter ao menos conhecido seus “novos amigos”.  Não quer dizer que com o dia a dia, com conversas via msn, skype ou outra forma de comunicação, você não venha criar uma amizade. Neste caso mesmo não conhecendo a pessoa pessoalmente, da forma que você se comunica ou interage, irá sim abrir novas amizades como a de muitos dos amigos que eu tenho através da podosfera.
O que eu quero dizer é que eu não uso o twitter para criar novas amizades. Eu uso o twitter como uma ferramenta de informações. Lembre-se, esta é a minha visão e a forma que eu uso. Não é uma regra ou que é errado a forma que outros usam. Simplesmente eu procurei usar o twitter de uma forma diferente e pelo visto ao contrário do que todos usam.

Vou citar 2 exemplos para vocês tentarem entender como eu utilizo o Twitter. Primeiramente o @eddienews que pelo nome já dá para ter uma idéia da minha utilização, até este momento estou seguindo 539 pessoas e tem 547 me seguindo. Isto não quer dizer que eu fico na frente do computador 24 horas monitorando o que as 539 pessoas estão fazendo. Do mesmo modo as 547 que me seguem não ficam controlando a minha vida.  Ao conectar no twitter via mobile eu leio as twittadas daquele momento que eu conectei. Se tem alguma polemica ou algum assunto do dia, possivelmente consigo ver na primeira página. Se quero saber se alguém mencionou meu user ou deu um replay para mim, basta ir no menu do twitter e ver se tem algum recado ou mensagem. A não ser que eu esteja de “varde” e isto ultimamente é dífícil, eu posso ficar acompanhando alguns posts. Em outra palavras, da forma que eu uso, tanto faz seguir 539 pessoas ou  10.000 
Quando o @crisdias  citou que se você seguir 10.000 pessoas você está enganando 10.000 pessoas, ele esqueceu de citar que se eu sigo 200 pessoas e tem 10.000 me seguindo, eu estou sendo enganado por 10.000 pessoas e isto é fácil explicar. Muita gente seguem certas pessoas por status. É “cool” ou você está “in” seguindo tal pessoa porque ela tem muitos seguidores e assim por diante. Elas acabam seguindo mas no fundo nem dão confiança para o que eles falam. Posso citar o site migre.me que mostra as estatíticas dos links recomendados. No meu caso quando eu cito algum link no twitter pelo migre.me tem uma media de 40-60 cliques. Quer dizer que somente 60 pessoas das 547 que me seguem achou o link relevante? Pode ser que sim, pode ser que somente os 60 viram o meu post, pode ser menas pessoas que me seguem viram mas por outros retuitaram e seus seguidores clicaram, ajudou a divulgar o meu link indicado. Enfim varios motivos aparecem mas nenhum explica porque os 547 não clicaram, afinal estão me “seguindo”  Estaria eu sendo enganado pois na realidade elas não me seguem de verdade? 

O @marcelotas que tem 24.000 seguidores, seus links no migre.me ficam na media de  1.000-2000 cliques sem contar com os retwittes que ajudam a divulgar mais. O que dizer dos 22.000 usuários restantes que não clicaram no link. Não viram? Não acharam relevante? Ou nem deram confiança? Qual seja a resposta, uma coisa é certa, indiretamente o @marcelotas está sendo enganado pelos seguidores que dizem que seguem mas pelos números não. 
No meu caso, eu não engano meus seguidores e  sigo quem me seguem não por educação, etiqueta ou amor no coração. Sigo porque gosto de ver informações e opiniões diferentes das pessoas que eu conheço. É uma opção minha e consigo administrar sem ficar preso ao computador 24 horas. Em muitos casos não me interessa se ela ssiste BBB ou tá baixando o Lost. Eu sei que em algum momento quando eu entrar no twitter pode ser que ela esteja falando algo relevante e isto venha me interessar.  Também não estou sendo enganado por eles pois sei que por algum motivo que não vou questionar eles estão me seguindo. Simplesmente em ambas as partes, somos fontes de informações sem compromisso de amizade ou um relacionamento social. 

Mas num ponto eu concordo @crisdias, realmente você seguir 10.000 pessoas e afirmar que acompanha elas, isto sim seria uma enganação. O Segundo exemplo prático que queria citar é o @vqv. A ideia inicial era separar as twittadas interessante e divulgar através de um video dando o crédito da fonte. Foi assim nos 7 episódios que foram ao ar. Para isto deixei um computador ligado 24 horas só baixando as twittadas via feed a cada minuto dos 1500 followers. Dava uma media de 6.000-8.000 posts por dia. Isto somente 1.500 followers. Se fosse 10.000 seria algo como 54.000 posts por dia. Imagina o @marcelotas lendo 128.000 posts por dia se ele resolvesse seguir todos?

Qual é a conclusão dos assuntos? Dependendo da forma que você utiliza o twitter, não vejo nenhum problema você seguir 100 ou 10.000. O que não podemos é impor regras ou etiquetas só para diferenciar o status das pessoas. Achar que quanto mais seguidores tem e quanto menos seguem é sinal de relevancia ou status, isto pra mim é burrice. E como o @crisdias  twittou após, tem alguns “celebrities”  que usam fake user só para acompanhar e ficar por dentro de tudo que acontece na twistefera e não ficarem desinformados.  Quem sabe esta seja uma boa solução para você ficar “in” e não ser discriminado pela “suposta”  etiqueta da twittesfera. Agora talvez alguns entendem porque eu adicionei o user @eddiesilva e não estou usando ainda? Vai ver que quando eu chegar a 10.000 followers eu venha a mudar o meu ponto de vista e tenha que iniciar um user premiun só para os achegados.

Em tempo, não gosto de postar em cima de posts de outros procurando visitantes paraquedistas, mas como meu blog não tem publicidadde e não vivo de pageviews, resolvi escrever aqui por que não seria elegante eu postar todas estas palavras no comentário do blog do @crisdias, espero que ele me entenda e o principal, não me de um unfollow. :) VQV my babie

Alguém Precisa Falar #40

March 30th, 2009

Olá pessoal. A partir desta semana estou retornando o Alguém Precisa Falar no formato novo em video. A minha proposta é cada semana trazer um bate-papo com amigos e convidados.  Para quem nunca me ouviu poderá estranhar a qualidade deste podcast pois assim como meu primeiro episódio em 2005, não uso roteiro ou edito os programas.  Lógico que a qualidade técnica está muito inferior aos tradicionais e consagrados podcasts do momento. Mas não tenho nenhuma ambição em chegar aos pés deles e sim fazer algo que eu gosto, que é bater um papo sem compromisso.

Pois bem, para quem está pensando em iniciar um podcast novo, não use o meu como referência. Pois o meu podcast é “Nonsense” e o pior não tenho muitos ouvintes.  Este podcast é somente para amigos pois quem não me conhece, me achará ridículo e sem graça. Quem me conhece, também me acha ridículo e sem graça.

Se você é mau humurado ou estressado, este não é o seu lugar. Sorry.  Mas se mesmo assim se você insistir em ouvir, agradeço a sua gentileza e desfrute do bate-papo que o Seu Silva teve com a Bia Kunze a Garota Sem Fio. Se voce preferir assistir o videocast, terá a oportunidade de ver o Charlie Stupid Little Dog “participando” da gravação.

 


Alguem Precisa Falar #40 from eddie br on Vimeo.

Bia Kunze - Garotasemfio.com.br

User da Bia no Skype e Gtalk:  Biakunze

Twitter: @garotasemfio

Revista Vocepod

 

 

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Qual é o melhor formato para Podcast?

March 17th, 2009

Uma das perguntas que eu sempre vejo “rolar” no twitter, blog ou em podcast é sobre qual é o melhor formato para fazer um podcast. Embora eu tenha uma opinião formada sobre este assunto,  protelei em escrever porque eu sei que muitos podem achar que a minha opinião não pode ser baseada como um guia para se ter um podcast de sucesso. Basta citar o Alguém Precisa Falar - podcast que eu gravava a uns anos atrás -  que este sim é um manual prático de como não gravar, pois todos os erros possíveis, são encontrados nele.

Não quer dizer que eu tenho medo do que as pessoas vão falar ou pensar, mas é que ultimamente na podosfera, qualquer  ( i ) sem acento, acaba tomando proporções inimagináveis, tendo que ficar aqui se explicando ou desenhando para tentarem entender o meu ponto de vista. De qualquer maneira ciente de que não tenho um podcast de sucesso, resolvi  opinar sobre o formato devido observar e ouvir vários podcasts americanos de sucesso.

E antes que alguém me fale “Mas não podemos comparar Brasil com os EUA, pois a cultura é toda diferente”,  já vou cortar a palavra porque estou cansando desta desculpa sobre culturas, sobre países.  A televisão, a rádio brasileira, todas se baseiam nas TVs e rádios daqui ou de outras partes do mundo. Desde um cenário do Jornal Nacional até o formato de um talk show. O brasileiro sempre ouviu ou assistiu e nunca questionou se o programa faz sucesso ou não devido se basear em programas estrangeiros. Então não tem nenhum problema eu usar exemplos de podcasts americanos para tentar mostrar a minha opinião.

O que eu vejo no Brasil hoje é que “criou-se” um formato e ninguém deve se atrever em mudar. O podcast precisa ter uma breve apresentação no início, contar os tópicos da pauta que serão abordadas, ler os emails, falar do assunto e pronto. Este é o formato que deve ser seguido. Concordo que alguns podcasts de renome nacional, tiveram êxitos utilizando este formato. E pelo fato que os novos podcasters quererem o mesmo sucesso deles, acabaram gravando nos mesmos parâmetros, uns indo mais longe de gravar até mesmo uma abertura igual. Mas este assunto até desisti de bater na tecla, porque eram palavras ao vento.

Na minha opinião (leia o disclaimer deste blog) não existe um formato certo ou errado. Usar um formato de algum podcast famoso não irá garantir o sucesso como também não usar, irá ser um fracasso.  Vejamos por exemplo o Jornal Nacional. Muitas emissoras tentaram copiar o formato, contrataram até jornalistas da Globo e não tiveram o sucesso. Neste caso também as emissoras que tentaram mudar o formato ou fazer algo inovador, também fracassaram.

No podcast é a mesma coisa. Não adianta você copiar o formato do Nerdcast ou Rapaduracast por exemplo se o seu podcast não tem conteúdo. O que eu vejo acontecer no podcast brasileiro é o seguinte: Quando os novos começam a gravar seus podcasts, eles não estão preocupado em criar um programa com a sua identidade, com a sua cara. Eles querem é logo fazer sucesso e para isto copiam os que já estão no sucesso.  Até certo ponto não acho errado isto desde que ao adquirirem experiências, vão se adaptando para um formato ideal.

E qual seria este formato?

Uma coisa que aprendi é que o ouvinte quando gosta do conteúdo, ele não tá nem aí para o formato. Eles não se importam se o email é no início, meio ou fim. Não se importam se no inicio você diz o que vai acontecer ou não. Esta é uma boa questão que sempre vejo o pessoal aí no Brasil discutir desta importância de dar uma geral no assunto que irá abordar para o “caboclo” não ficar perdido.

Eu não vejo esta necessidade de ficar “perdendo” tempo por assim dizer fazendo um resumo do que irá falar. Para isto tem o tema ou o título do podcast. E pelo tema, as pessoas devem já saber o que virá. Vou citar 2 exemplos práticos:

Primeiro temos o IDGNow Café, um podcast conhecido de tecnologia. Na abertura eles seguem o mesmo exemplo do Jornal Nacional dizendo boa tarde hoje iremos falar sobre isto, aquilo e tudo mais. Realmente é um bom podcast para quem quiser ficar informado sobre informática ou tecnologia. Será que é possível fazer um podcast com o mesmo assunto mas não começar falando dos assuntos que irão abordar?

Temos o exemplo do Twit Podcast do Leo Laporte. É um podcast sobre tecnologia e informática que você vai sabendo dos assuntos abordados e discutidos de acordo que vão aparecendo. Ao invéz de “perder” tempo falando sobre o que irá abordar, eles vão discutindo e os assuntos vão fluindo naturalmente. É como se tivesse lendo um livro. Eu não quero saber o que irá acontecer no meio ou final do livro por ficar lendo o título de cada capítulo pelo índice. Eu prefiro que a história vá fluindo. Mas como fui bem claro, isto é apenas a minha opinião e não regra a ser seguida.

Outra fator que é bem discutido é se devem ser lidos os emails no início ou no fim. Um bom podcaster na minha opinião tem a facilidade de transformar uma simples leitura de email como um complemento do show. Para outros é apenas uma parte monótona para os ouvintes e em alguns casos até irritante. Novamente observando bons podcasters americanos não existe um formato certo ou obrigatório. Embora aqui nos EUA a tendência é sempre ler no final. Cito exemplos de podcasters como o Diggnation, Buzz Out Loud da CNET, Daily Giz Wiz com o Leo Laporte. Todos eles, podcasts de sucesso a nível mundial, leem os emails ao final do episódio. É uma regra? Não. Simplesmente no caso deles é mais prático e tenha certeza, o episódio não perde o sentido.

Me lembro em 2005 quando comecei a gravar podcast,  surgiu uma polêmica parecida com as de hoje. Muitos não concordavam com os podcasts do PodBrasil do meu amigo Sérgio Cestaro porque eles eram gravados em estúdios, com vinhetas ao estilo de FMs e vozes de locutores. Muitos achavam que o podcast deveria continuar no amadorismo, estilo caseiro sem muita técnica. O tempo provou que os que estavam contra ao formato oferecido pelo PodBrasil, estavam errados.  Ou seja, o pessoal do PodBrasil, quis fazer algo diferente do que era praticado na época e realmente deu certo pois tiveram podcasts de sucesso.

O pessoal não devem ter medo de arriscar ou inovar. Outro exemplo que gosto de citar é do podcast No Agenda do Adam Curry e John C Dvorack. Quando começou e até algumas semanas recentes, não tinha vinhetas, comerciais, ou roteiro. Apenas um bate papo de 2 amigos que não se preocupam em seguir um formato padrao de podcast. E o resultado? Um excelente podcast com mais de 150.000 downloads.

O ponto é que o ouvinte não se importou que o podcast era “pobre” na produção. Devido o conteúdo ser bom, não ter vinhetas, musica ou qualquer maquiagem, era detalhes ou ficou desapercebido.

Para fazer então um resumão:

Não importa se no seu podcast você anuncia antes o que irá abordar ou não, se lê os emails no início ou no fim, se toca música comercial ou podsafe. O que importa é o conteúdo. Tenha certeza que se o assunto for interessante, os ouvintes não se importarão pelo formato. Eles voltarão a ouvir ou baixar os programas não porque a leitura do email é no início. Eles voltarão porque gostaram da forma que foi conduzida.

 O melhor formato para se gravar um podcast é aquele que você se sente bem independente do que os outros vão falar. E não se esqueça, não tenha medo de inovar ou usar a criatividade.

Podcast, rádio na internet?

March 4th, 2009

Não sou formado em radio e tv, não tenho experiência em estúdios ou alguma formação nesta area de comunicação. Eu sei que para muitos isto é necessário para poder expressar uma opinião séria sobre o assunto que envolve o podcast.  Alguns podem até se perguntar então porque estou aqui expressando a minha opinião?

Na realidade a única qualidade que tenho nesta area é o entusiasmo. Foi justamente o entusiasmo que me cativou para ouvir podcast. Por que eu vi que qualquer pessoa, independente de sua formação, seu conhecimento e profissão, poderia criar um podcast.

Nos últimos 2 dias rolou uma discussão pelo twitter devido um comentário meu sobre achar errado comparar um podcast com radio na internet.  Vieram ataques de todos os lados, “provando” por A e + B que comparar um podcast com radio é a melhor forma de  ensinar os leigos. Aí que o  problema pegou de frente comigo. Primeiro que eu não subjulgo ninguém achando que os “leigos” não tem condição de aprender algo. Eu acredito e espero não estar errado que todo o ser humano, independente de sua raça, formação ou cultura tem sim condições de aprender.

Um bom exemplo que posso citar é o ORKUT. Eu para ser sincero, nunca usei, não tenho a menor idéia de como funciona, como envia ou para que serve o tal de “scraps” – se é assim que se escreve – sou um verdadeiro leigo nesta area. Mas pelos comentários no twitter, até mesmo matérias em jornais parece que o brasileiro adotou o Orkut. Aprendeu usar e a divulgar esta ferramenta. Se o brasileiro é “leigo” como todos pregam, como eles estão usando o Orkut? Acredito que alguém teve que ensinar ou eles aprenderam sozinho. Seja qual a forma, aprenderam a usar. E o dia que eu me interessar pelo Orkut, gostaria que alguém me ensinasse corretamente e não me enganando ou duvidando da minha inteligência ou capacidade de aprender.

Muitos acham que é difícil explicar para os “leigos” que o podcast é um arquivo de áudio publicado via feeds (fontes) de RSS e que estes arquivos de podcasts podem ser baixados e reproduzidos num computador ou aparelho portátil tais como iPods ou MP3 Players. Como o “leigo”vai entender o que é RSS? Pra que confundir a cabecinha deles? Diga logo que o podcast é uma rádio na internet e pronto, ele entende e não complica.

Ao meu ver, se o “leigo” consegue entender o que é um “scraps” que é uma palavra bem mais complicada do que o RSS, ele terá chances de aprender corretamente o conceito do podcast.

Mas qual é o conceito? É realmente uma radio na internet?

Confesso que realmente é mais fácil vender o podcast como rádio. Principalmente para quem ganha $$ com podcast. E não vai ser eu aqui que vou obrigar as empresas ou os podcasters que ganham $$ com seus produtos a mudar este conceito.  Afinal um bom vendedor,  usa diversos argumentos para vender o seu peixe.

Eu não vejo o podcast como um audio, mp3 ou um video. Se pensar desta maneira realmente estaremos globalizando tudo e aí qualquer som emitido na internet ou no seu computador, será um podcast. Opsss acabei de soltar um podcast.

Quando o Adam Curry criou o conceito do podcast, na minha opinião ele estava inventando uma nova mídia. Na época já existiam as web radios e os audios blogs, o que muitos acham hoje que é a mesma coisa do podcast. Foi justamente aí que apareceu o meu entusiasmo. Eu consegui entender a idéia do Adam Curry. Que esta nova mídia estava abrindo caminho para um outro mundo totalmente diferente que existia na época. Um mundo onde qualquer pessoa poderia ter uma voz ativa, não precisaríamos mais depender de editores, estudios ou alguma rádio.  Bastaria apenas ligar o microfone,  falar, gravar e disponibilizar na web . Você pode pensar mas isto já existia antes, você mesmo citou os exemplos da web radio e audio blog. Sim existia mas da forma que era feita as pessoas precisavam ficar na frente do seu computador. Realmente você estava ouvindo uma rádio na internet.

Com o podcast, isto mudou. Foi justamente a junção do AUDIO + RSS que mudou a historia. Muitas web radios mudaram seu formato e muitos audios blogs ganharam Feeds.

O motivo do meu comentário que citei no início no twitter é que muitos concordam que o podcast não é uma rádio na internet mas preferem falar assim enganando os “leigos” por assim dizer porque é mais prático, fácil e futuramente quando ele estiverem mais familiarizado com o assunto, basta ensinar corretamente ou deixarem eles descobrirem diretamente. Não sou a favor deste pensamento por 2 motivos, primeiro você está subjulgado a pessoa achando que ela não tem uma inteligência suficiente para aprender ou você não tem confiança em si mesmo em explicar corretamente. Segundo que a pessoa aprendendo errado, irá passar a informação errada para outras pessoas. E assim vai a bola de neve.

No twitter eu citei o exemplo do microwave. Quando foi lançado, não foi preciso ensinar os “leigos” falando que era como que um fogão sem gas. A minha mãe aprendeu a usar sem precisar entender como as ondas esquentavam ou cozinhavam o alimento. Simplesmente o microwave foi apresantado ao comércio com um novo conceito para a cozinha. Da mesma maneira o podcast. Não precisamos falar que é uma rádio na internet com medo que elas não aprendam. Precisamos sim falar o conceito do podcast para que elas venham aprender corretamente e saber distinguir um fogao a gaz do microwave ou um podcast de uma radio na internet.

É interessante as radios aqui nos EUA que transmitem via internet. Elas mesmos diferenciam suas transmissões do podcast. “Escutem nossa programação LIVE ou se preferirem, baixem os nossos podcasts.” Tantos as radios, como TVs, jornais e qualquer podcasters, tem a preocupação em ensinar seus ouvintes. Parece impossível mas muitos americanos também não tem idéia do que é um podcast. E acredite, com milhares da radios Ams e FMs, HD radio, Satélite radio, Pandora, Aol Radio e outras web radios, se você não explicar corretamente o que é um podcast, você corre o risco sim de perder um ouvinte, pois no meio de tanta opção, só se for muito bom o seu programa.

Como falei no início, esta é apenas uma opinião de um entusiástico. Não quero ser a palavra final como também não quero impor a minha opinião. Não acredito que devemos parar com esta discussão mesmo alguns achando que o assunto está já cansativo e chato. Devemos sim discutir, discordar, opinar. Desta maneira estaremos abrindo a nosa mente, atiçando a curiosidade de muitos e o principal, trazendo mais ouvintes para esta maravilhosa mídia que é o podcast.

Independente de todos discordarem ou não, vou sim continuar a divulgar o podcast. Continuo achando que não é uma radio na internet e sim uma nova mídia. Mas respeito as opiniões de outros, principalmente os que tem conhecimentos técnicos.

Para quem quiser ler uma opinião contrária do Seu Silva, leia o excelente post da minha amiga e prefeita do @maestrobilly a Mafê @mellancia Confesso que quase concordei com tudo :)  Também leiam os excelentes textos sobre podcast do Sérgio Vieira  @sergiovds

Alguém Precisa Falar

É errado ganhar dinheiro com Podcast?

December 18th, 2008

Meu sonho era poder levantar de manha, após um belo breakfast, ler The Wall Street Journal inteiro e depois sentar na frente do laptop e escrever algumas polêmicas e viver disso.  Só de escrever. Por que não consigo? Afinal o que tem de blogs aí que não formam opiniões, apenas replicam posts de outros ou videos do youtube e ganham com isso?  Modéstia a parte pelo menos eu consigo escrever polêmicas. Mas não consigo ganhar dinheiro. O motivo é que eu não amadureci. Não tenho uma periodicidade ou um compromisso com os meus leitores. Hoje posso estar escrevendo e o proximo post poderá ser daqui três meses se der na telha. Mas uma coisa eu posso garantir, sou realista. Não ganho dinheiro com o blog por que não sou responsável. Não uso uma desculpa que escrevo por que amo e o dia que parar de amar, irei parar de escrever. Escrevo porque eu quero e se ainda um dia ganhar dinheiro com isto sera melhor ainda. Não acho errado ganhar dinheiro com blog.

 

O mesmo se dá com o podcast. Ontem neste blog postei sobre o “quando podcast brasileiro irá amadurecer”. Pelos comentários aqui no blog, na lista de discussão e pelo twitter recebi varias “desculpas” ou “opiniões”sobre este assunto. A principio deu para tirar duas conclusões:

 

1 – Ganhar dinheiro com podcast é uma heresia. Inconcebível.

2 – Podcaster não pode ser criticado. Só é permitido rasgações de seda.

 

Qaundo comecei a gravar podcast em 2005 eu realmente não tinha nenhuma ambição pelo modo que eu gravava o programa. Gravava sem roteiro, sem script e sem edição. Se alguém baixar algum episódio do Alguém Precisa Falar verá como era Tosco. Eu ainda deixei os 30 e poucos episódios no ar para as pessoas aprenderem como não fazer podcast. Até achei incrível não receber nenhuma crítica no meu post sobre amadurecimento sendo que o meu proprio podcast é de baixa qualidade. Mas eu podia ganhar dinheiro com o podcast? Sim, se eu amadurecesse.

 

Quando perguntei sobre quando o podcast brasileiro irá amadurecer, muitos pensaram que para isto o podcast precisaria mudar o formato, seguir um roteiro ou virar um enlatado. Para muitos a palavra profissional leva a algo feito por profissionais, por estúdio ou uma empresa.

 

Muitos acham que o dia que o podcast amadurecer, irá ficar “boring” ou perderá a graça porque estará num formato profissional. E aí continua a velha desculpa que podcast é para amadores, que todos gravam porque amam esta mídia e que não estou interessado em ganhar com isto. É meu hobby, faço porque gosto, ouve quem quer.

 

Mas não vou ficar aqui tentando provar minha teoria e mostrar que todos que pensam desta maneira estão errados. Pois aprendi que até mesmo na comunidade de podcast, você precisa ser politicamente correto. Não pode criticar ou expressar suas opiniões a não ser que seja uma rasgação de seda.

 

Alguns podem pensar: Pô só por que o cara fez o Prêmio Podcast, já pode agora ficar falando o que pensa o que acha.”  Acreditem, não apenas eu como todos os jurados podem falar sobre isto. Por que tivemos que ouvir todos. E não foi uma tarefa fácil.

 

Ao falar que o podcast precisava amadurecer o que eu quis dizer é que a mentalidade dos podcasters precisa mudar. Precisam ser realistico. Precisam ser humildes o suficiente para enxergar uma crítica ou uma sugestão.

 

Hoje o podcast profissional é ligado a aqueles que tem uma boa edição, um bom conteúdo e uma periodicidade. Será que todos podem ser profissionais? Sim. Não quer dizer que a pessoa precisa ser um locutor, trabalhar em radio ou gravar em estudio.

 

Mesmo os podcasters chamados de  “profissionais” são na realidade amadores. Pois a maioria não teve uma formação para locução. Amador não quer dizer que não tem condiçoes de fazer algo bom. Amador não quer desmerecer ninguém. O Nerdcast é um podcast profissional devido seu conteúdo, sua periodicidade mas é um podcast amador. Pois é gravado em casa, no computador sem nenhum estudio por de tras. E isto não os desmerece.  É possível fazer um podcast igual o Nerdcast? Sim.

 

O Rapaduracast é um podcast profissional, pelo conteúdo, pela audiência pela periodicidade. Mas é um podcast amador, pelo modo que é gravado. Não quer dizer que estamos desmerecendo eles.

 

A Monalisa de Pijamas, tem audiência, tem edição tem periodicidade. Pode ser chamado de profissional mas também é amador. Pelo modo que é gravado. E tanto outros que segue o mesmo modelo.

 

O que eu quero mostrar que qualquer podacast pode  “amadurecer” e virar “profissional”, e tem chances de ganhar dinheiro com isto

 

Assim como os podcasts que citei que são considerados profissionais, eles não perderam a identidade, o formato ou a audiência. Pelo contrario por terem “amadurecidos” a audiência aumentou mais e mais.

 

Provando que “amadurecimento” não significa você perder a sua identidade, perder a sua audiencia. Significa que você está preparado para o proximo estágio que é ganhar dinheiro com podcast.

 

Aí vem o pessoal que fala que grava por “amor” por “hobby” por que gosta. E que o Brasil não está preparado para isto, só nos EUA deu certo, a cultura brasileira é outra e por aí vai as desculpas.

 

Primeiro, por mais que seja por amor, por mais que seja um novo hobby, por mais que não tenha nenhuma ambição financeira, o podcast precisa amadurecer. Eu consigo enxergar o potencial em todos os podcasts. Mas infelizmente para alguns que não conseguem “amadurecer” é mais fácil falar que faz por hobby, por amor. Eu sei que estas palavras são fortes e podem estar pegando de frente com alguns, mas esta é a realidade. Não posso ficar só dando tapinha nas costas. É preciso ser realista.

 

Eu não acho errado um podcaster ganhar dinheiro com o seu podcast. Eu pulo de alegria e não é demagogia, quando um podcast no Brasil consegue anuncios em seus programas. Isto é uma recompensa pelos esforços, pela dedicação pelo seu conteúdo. Eu acho também legal quem ganha dinheiro indiretamente com o podcast como alguns portais ou até mesmo o Estúdio Mellancia que produzem podcasts corporativos.

 

O interessante é que você pode ganhar dinheiro com podcast diretamente ou indiretamente mas para isto precisa “amadurecer” acreditar no seu potencial, acreditar no seu produto.

 

Ou seja não é errado ganhar dinheiro com podcast. É possível desde que tenha um amadurecimento geral onde os podcasters acreditem que eles podem ter condiçoes de igual pra igual com podcasters chamados “profissionais”

 

Eu estava com um projeto de abrir uma agência no Brasil onde iria captar anuncios para podcasts desde 50 downloads semanais como acima de 20.000 downloads semanais. Mas devido esta falta de “amadurecimento”  vi que realmente hoje somente alguns tem chances de atrair investimentos. E acreditem, não é por culpa do Brasil, cultura ou qualquer outra desculpa.

 

Talvez agora alguns possam entender o porque de eu ficar pegando no pé do pessoal pois como um empreendedor, eu acredito que é possivel ganhar dinheiro com podcast e não será pecado.

 

Mas todos também precisam acreditar que é possível, que não tem nenhum problema nisso e que seus ouvintes é que irão ganhar pois a partir do momento que entra um patrocínio, a qualidade a periodicidade automaticamente aumenta.

 

Eu ia terminar este post dando os nomes dos podcasts que eu tenho certeza que tem condições de ganhar dinheiro. Mas resolvi deixar para vocês imaginarem por si mesmo, analizarem seus próprios programas e chegar numa conclusão honesta sem a desculpa do amor, do faço por que gosto.

Quando o podcast brasileiro irá amadurecer?

December 17th, 2008

Passado a correrria do Prêmio Podcast 2008, hoje posso sentar tranquilo na frente do laptop e pensar nos resultados deste prêmio.

Não tem como negar que com a ajuda de todos os participantes, o prêmio foi um sucesso. Embora alguns acharam injustiças em certas categorias, mas no total, não teve aquela choradeira esperada. Se todos ouvirem os podcasts ganhadores principalmente no quesito técnico, verão que houve um consenso.

 

Após o prêmio, após a correrria, o que podemos tirar de proveito? Bom na minha opinião e de quem vê as coisas de fora do Brasil, posso dizer que o podcast brasileiro precisa melhorar muito. Está muito amador e não quero me referir a edição ou gravação.

 

Sei que temos muitos podcasts bons, profissionais e temos diversos podcasts que agradam o gosto de seus ouvintes. Mas isto não é suficiente para atingirmos o proximo estágio que seria a publicidade no podcast brasileiro.

 

Temos hoje diversos podcasts com assuntos variados mas é pouco para conquistar os patrocinadores. Por quê?

Porque o podcast brasileiro não é levado a sério. Não quero culpar aqueles que não tem tempo para gravar ou editar seus programas devido seus afazeres diários.

Mas o que eu quero dizer que infelizmente hoje embora tenhamos centenas de podcasts no Brasil, somente alguns tem condições de cativar o interesse de algum cliente.

 

O podcast hoje neste final de 2008 é o mesmo do podcast no final de 2005. Todo mundo gravando, todo mundo querendo ter o seu espaço na esperança de ganhar dinheiro e poder viver só de podcast. Mesmo o Prêmio Podcast 2008 ter sido um sucesso e quem sabe seja um ânimo para muitos melhorem seus episódios ou começarem a gravar, eu vejo a realidade diferente.

 

Em 2009 se não tivermos cuidado, teremos um podfade enorme. Em outras palavras, podcasts que hoje fazem sucessos poderiam desaparecer no proximo ano. Pelo simples fato de não terem um retorno financeiro. Não consigo ver pessoas largarem mão de sua vida pessoal ou familiar e se dedicar exclusivamente ao podcast sem ter um retorno financeiro a não ser, as noites sem sono tentando editar seus episódios ou as encheções dos ouvintes impacientes.

 

A realidade do podcast brasileiro hoje é o seguinte: Somente alguns “gatos pingados” que se preocupam em ser pontuais, em ser profissionais – não na questão edição e sim do conteúdo – que poderão ter chances de conseguir algum patrocinador. Quando digo patrocinador não quero dizer um banner no site e sim um patrocínio de audio.

 

Mas como assim ser profissionais em seus conteúdos?

 

Posso afirmar sem medo que hoje muitos podcasters estão perdidos,  tentando achar uma identidade ou achar um formato.  É normal hoje ouvirmos podcasts imitando a introdução de outro podcast que conseguiu certo destaque na mídia nacional. Não quero dizer que é errado se inspirar em alguém para gravar o seu podcast. Mas  o que cativa os ouvintes é a originalidade ou a identidade do podcaster. Eu pessoalmente não escuto podcast que copiam o formato de outros e não se preocupam em criar a sua própria identidade.

 

Fora  isto, temos ainda o problema do conteúdo. Muitos podcasters não se apegam a proposta inicial que era comentar sobre certo assunto. É normal hoje podcast de tecnologia por exemplo ficar fazendo programa de nostalgia lembrando suas épocas de infância.

O que apareceu de podcasts falando sobre filmes da sessão da tarde não foi brincadeira.

E este será um fator determinante ao podfade. Porque é legal ficarmos contando histórias de nossas vidas mas chegará um momento em que não teremos mais historias engraçadas e por não ter criado uma audiencia específica em determinada categoria, começará perder a audiencia e aos poucos irão parar de gravar.

 

Hoje também muitos podcasters acham que por ser o podcast uma mídia independente, podem falar o que bem querem como se fosse o dono da bola. Mas esquecem das pessoas do outro lado – os ouvintes – e até dos prospectivos anunciantes.

 

Por exemplo  é normal ouvirmos podcasts recheados de palavrões onde os podcasters se orgulham de poder falar e não ter quem os censure. Se a pessoa tem um linguajar de baixo calão, não vai ser eu ou o José que fará ela parar. Mas tudo isto podia ser resolvido por uma simples tag “explicit” onde o ouvinte saberá que terá chances de ouvir palavrões e não escutará o episódio no serviço ou com a família no carro ou em casa.

 

Um anunciante com certeza não vai querer associar o seu produto com um podcast baixo, com um podcast que não tem personalidade onde não sabemos o que acontecerá no proximo episódio.

 

Por isso que afirmo com certeza que em embora o podcast esteja já divulgado no Brasil, já cativado muitos ouvintes, eles estão longe de serem profissionais. E aí cai na minha predição que apenas algumas dezenas, poderão se dar bem financeiramente falando.

 

Os demais irão continuar como estão, fazendo episódios para amigos, não tendo nenhum ambição maior ou o pior se iludindo que o seu podcast é bom ao ponto de ter um anunciante.

 

Não quer dizer que estou desanimando o povo a parar de gravar podcast. Longe disso. Estou apenas alertando, mostrando que sim é possível um podcast ganhar dinheiro com publicidade. Mas para isto deverá acordar. Cair na realidade. Ser profissional no quesito pontualidade, no quesito conteúdo.

 

A realidade é simples e clara. Se os podcasters hoje não tomarem uma atitude. Não enxergarem o podcast de uma forma diferente, com grande potencial financeiro. Teremos vários podcasters desaparecendo do cenário e milhares de podcasts clones aparecendo devido a inspiração de alguns.

 

Tenho certeza que no Premio Podcast 2009 teremos mais participantes, mas não quer dizer que a qualidade e o profissionalismo – mais uma vez não quero me referir ao modo de ediçao ou gravação  e sim como os podcasters tratam seus ouvintes – irá se destacar em todos os participantes.

 

Desculpem a sinceridade mas Alguém Precisa Falar.

Ajudando o Nick Ellis a pagar um Mico.

December 16th, 2008

Mico a gente já divulga de graça, nem precisa pedir. Mas ver o Nick Ellis cantando Unbreak my Heart da Tony Braxton e ainda por cima ganhando um Laptop da LG é priceless.

VQV Nick e passa a régua de vez no Desafio LG